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Em 12 de maio de 2006 São Paulo, uma das maiores cidades do planeta, parou graças aos ataques da facção criminosa PCC, que atua de dentro dos presídios paulistas mais ou menos a mesma época em que os tucanos assumiram o poder em São Paulo. Relembre aquele dia:

Os ataques só cessaram quando grandes caciques do tucanato fizeram um acordo com Marcola, líder da facção criminosa. Os líderes do PCC só ganharam com o ataque, a população pobre e inocente, no entanto, foi mais uma vez vítima da truculência policial (aqui).

Agora em 2010 as cenas voltaram a se repetir, quase todos os dias ônibus e carros são incendiados em algum ponto da Grande São Paulo. Somente na última semana, 22 veículos foram queimados na Grande São Paulo. Na manhã de terça-feira um homem botou fogo em um ônibus na Vila Demarchi, em São Bernardo do Campo.

Apesar das semelhanças com 2006, o governo tucano de São Paulo rapidamente veio a público informar que estes não são ataques do PCC. A imprensa golpista comprou a idéia no ato. Será então combustão espontânea?

Os políticos “mais preparados” do PSDB têm há anos a fórmula ideal para combater o PCC, uma das maiores organizações criminosas do mundo: pagar um dos piores salários para o policial paulista.

Mesmo com os ataques do PCC e a (in)segurança pública que reina entre os paulistas, muitos ainda caem – e repetem – o discurso “dos mais preparados” do PSDB. Para estes, dedico a música abaixo:

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